09/01/2026 | Fabo Bombas
Já teve curiosidade em saber o que acontece com os fluidos dentro das bombas centrífugas?
Um fluido, vamos usar água nesse exemplo, entra pela área de sucção, fica preso entre as pás do rotor e é jogado pela força centrífuga com velocidade nas paredes na voluta, e é nesse momento que velocidade vira pressão (energia potencial) e a água sai pela área de descarga pressurizada.
O básico resumido é isso, mas tem muito mais por trás desse processo, e se você quiser entender, segue aqui comigo.
As Bombas Centrífugas são divididas em duas partes principais: o motor e a bomba em si.
O motor é o que permite converter a energia elétrica em energia mecânica, que é usada para movimentar o rotor da bomba que move o fluido.
A bomba recebe o fluido pela entrada, chamada de área de sucção, e empurra o fluido para fora pela saída, chamada de descarga.
O motor rotaciona o eixo que se conecta ao rotor, na carcaça da bomba. Dentro dela ainda encontramos o anel de vedação e o selo mecânico, que combinados formam a vedação que isola o fluido do resto do sistema.
Dentro da bomba, o rotor move o fluido ao redor do perímetro da carcaça até a saída da bomba.
O formato do rotor vai depender da aplicação da bomba, quase sempre apresentando pás curvas para trás. As pás fornecem um caminho suave para o fluxo de fluido. Como o rotor está submerso, quando ele gira o fluido em contato com ele também gira.
O fluido que entra pelo centro do rotor fica preso entre as pás, e com o movimento acontece a transferência de energia cinética, ou seja, velocidade, para o fluido.
Devido à força centrífuga, o fluido é empurrado radialmente em todas as direções até chegar às paredes da voluta. Conforme isso acontece é criada uma região de baixa pressão no centro do rotor, que puxa mais fluido através da entrada de sucção.
Quando o fluido chega à borda do rotor, ele atinge uma velocidade bem alta, fluindo para fora do rotor e atingindo as paredes internas da carcaça. Esse impacto converte a velocidade em energia potencial, ou seja, pressão, fazendo com que a descarga tenha muito mais pressão que a sucção.
Pode parecer relativamente simples, mas...
Esse equipamento exige muita engenharia e conhecimento para funcionar perfeitamente de acordo com as necessidades do cliente.
Usando a demanda do cliente em altura manométrica, vazão associada e outros parâmetros, nossos engenheiros usam as curvas hidráulicas individuais das bombas para dimensionar equipamentos que operam na zona de melhor rendimento, diminuindo o gasto energético e aumentando a vida útil do equipamento.
Além da customização do equipamento, nossas bombas são construídas para fácil limpeza, inclusive CIP, e fácil manutenção, para troca de componentes que sofrem desgaste.
Cada bomba passa por testes individuais rigorosos, para que possamos entregar equipamentos de altíssima qualidade, confiabilidade e praticidade.
Se é isso que você prioriza, vem conversar com a gente. Tenho certeza que temos a solução que você procura!